Antes de mais nada, queria desejar um Feliz Ano Novo pra você! Que 2026 seja um ano repleto de conquistas, alegrias e saúde.
Quando criei a ConstruFoco, em fevereiro de 2025, meu objetivo era criar um espaço de conversa semanal sobre o que realmente importa na construção civil – não apenas os números que aparecem nos jornais, mas o que esses números significam para quem está no dia a dia de construtoras e incorporadoras.
Quase um ano depois, posso dizer que essa missão vem sendo cumprida semanalmente. Ao longo das 44 edições enviadas no ano passado, discutimos tudo o que realmente moveu o mercado – da explosão de recuperações judiciais aos R$ 417 bilhões em movimento no setor, passando pela Selic a 15%, crédito que caiu 53% e materiais de acabamento que cresceram 102%.
Nesta primeira edição de 2026, resolvi relembrar alguns dos temas que debatemos porque acredito que o olhar no retrovisor é fundamental para entendermos onde estamos – e para onde vamos.
Os temas que definiram 2025
![Um ano de debates sobre construção – e o que vem em 2026 [ConstruFoco #45] - planejamento](https://celere-ce.com.br/assets/images/artigos/610bbde764e85e8682a0ca6dfc18c863.jpg)
O ano começou com sinais contraditórios. Em fevereiro, discutimos como o INCC em alta pressionava orçamentos, enquanto funding limitado enfrentava demanda recorde. Logo ficou claro que 2025 separaria quem tem estrutura de quem improvisa.
Entre março e junho, o setor precisou se ajustar. Falamos sobre como erros em premissas de fundação podem inviabilizar negócios, por que o médio padrão virou o elo mais frágil e como 86% das incorporadoras afirmavam estar mais difícil conseguir financiamento.
No segundo semestre, os números começaram a contar uma história clara. Confiança despencava pelo 6º mês consecutivo, ciclo de alta para incorporadoras chegava ao fim, e intenção de investimento despencava. Mas, ao mesmo tempo, construtoras populares valorizavam até 116% e gestoras tinham R$ 5 trilhões para construção (mas não para qualquer um).
E no último trimestre, o tema central foi execução. Mostramos que receita recorde não garante lucro, que R$ 150 bilhões em crédito estavam disponíveis, mas exigiam estrutura para capturar, e por que orçamentos baseados em SINAPI ainda estouram.
A lição de 2025
Se tivesse que resumir o ano em uma frase, seria esta: não faltou oportunidade, mas para aproveitá-las, foi fundamental saber executar com eficiência e gestão profissional.
O mercado cresceu, gerou emprego e movimentou bilhões. Mas quem cresceu com margem saudável foi quem entendeu que cada fase do projeto pede uma ferramenta diferente de orçamento, que índices genéricos não protegem a margem e que uma nova linha de crédito não resolve velhos riscos de orçamento.
Quer revisitar algum tema específico? Todo o acervo de 2025 está disponível aqui.
O que vem em 2026
A partir da semana que vem, voltamos aos debates quentes e informativos. Vamos, juntos, continuar colocando a construção em foco e debatendo os rumos do setor. Afinal, empresas que crescem de forma sustentável são aquelas que entendem profundamente o momento em que estão.
E se você quer que 2026 seja o ano em que sua empresa finalmente tem segurança e otimização de recursos na gestão de projetos, a Celere pode ajudar.
A missão do nosso time de especialistas é entregar exatamente isso, contando com a ajuda das nossas soluções de tecnologia e dados que cobrem todo o ciclo do projeto:
- Budget Paramétrico: orçamentos precisos desde as fases iniciais.
- Budget Express: orçamento que define os cenários do produto.
- Levantamento Quantitativo: quantificação detalhada de todos os projetos.
- Budget Analytics: orçamento detalhado meta de obra.
- Planejamento de Obras: cronogramas integrados aos custos.
- Acompanhamento de Custos: controle em tempo real.
- Acompanhamento de Prazos: gestão de cronograma.
Quer começar 2026 com estrutura sólida? Entre em contato, e vamos conversar.
Um abraço e um excelente ano,
Raphael Chelin
CEO
Imagens: EJ Yao e Joe Holland na Unsplash