Há alguns dias, a revista Exame publicou esta matéria apresentando quatro tendências que devem redefinir a construção civil em 2026. O levantamento destaca industrialização, construção a seco, tecnologia e sustentabilidade como os pilares da transformação que o setor está atravessando.
Lendo a lista, não consegui deixar de pensar: essas tendências não são exatamente novidade para quem acompanha o mercado de perto. Na verdade, elas já estão acontecendo há bastante tempo. A questão é: você já está se preparando para elas, ou ainda está esperando para ver como vai ser?
1) Industrialização da construção
Já faz algum tempo que a industrialização da construção se tornou um dos assuntos mais debatidos por nós aqui na Celere.
Publicamos diversos artigos sobre o tema e também realizamos um Incorpod sobre industrialização – da obra ao produto – porque sabemos que industrialização deixou de ser uma coisa do futuro, passou de fato a ser um diferencial no presente. Portanto, quem não estiver estruturado para trabalhar com processos industrializados vai perder competitividade rapidamente.
2) Construção a seco como padrão
Em dezembro de 2021, publicamos um artigo intitulado "Steel Frame ou Light Steel Framing (LSF): tudo o que você precisa saber sobre esse sistema construtivo". Quatro anos depois, a matéria da Exame destaca que esse sistema e também o Wood Frame, "antes percebidos como soluções alternativas ou de nicho, avançam rapidamente para se consolidar como padrão".
Inclusive, na 12ª edição do Incorpod, trouxemos Stephan Constantino, da Tecverde, para mostrar na prática como a industrialização da construção transforma canteiros em ambientes produtivos – e a construção a seco é parte fundamental desse processo, uma vez que reduz desperdício, encurta prazos e aumenta a previsibilidade orçamentária.
3) Tecnologia integrada ao ciclo do empreendimento
Na Celere, a gente entende que a evolução da construção civil brasileira passa, necessariamente, pela utilização da tecnologia como aliada.
Se você der uma rápida navegada pelo nosso blog, vai ver que assuntos como BIM, automação de processos e uso de inteligência artificial sempre fizeram parte das nossas análises de mercado – e são parte fundamental das nossas soluções de orçamento (se você ainda não conhece o Budget Analytics, sugiro que aproveite para conhecer).
É fato dado que a tecnologia vai fazer parte do dia a dia de construtoras e incorporadoras em 2026, o que realmente importa, então, é pensar em como integrar essas ferramentas ao seu processo de planejamento e controle para obter os melhores resultados possíveis.
4) Sustentabilidade como critério básico
Por fim, a matéria da Exame destaca que a sustentabilidade deixou de ser diferencial e virou requisito. Ou seja, redução de resíduos, uso eficiente de água e energia e escolha de materiais de menor impacto precisam estar no radar de incorporadores, investidores e consumidores este ano. Como mostramos neste artigo escrito em 2019, planejar com sustentabilidade desde a fase de projeto não é só bom para o planeta, é bom para a margem.
Por que isso importa agora
Industrialização reduz variabilidade, construção a seco encurta prazos, tecnologia elimina retrabalho e sustentabilidade otimiza recursos. Ou seja, todas essas tendências convergem para previsibilidade e eficiência. No fim das contas, quem domina essas práticas entrega obras no prazo, no orçamento e com margem preservada. Quem não domina, amarga atraso, estouro de custo e lucro baixo.
E dominar essas práticas começa com orçamento e controle de custos estruturados desde o início.
É isso que fazemos na Celere!
Do Budget Paramétrico para viabilidade rápida ao Budget Analytics para execução detalhada, trabalhamos com inteligência de dados para garantir que o planejado seja, de fato, realizado.
Quer estruturar seus projetos para 2026 com base em dados, tecnologia e previsibilidade? Entre em contato e vamos conversar.
Boa semana!
Raphael Chelin
CEO