- Falamos sobre o recuo na captação da poupança SBPE e a expectativa de retração de 10% nos financiamentos imobiliários este ano;
- Mostramos o impacto da alta dos materiais na inflação da construção?;
- Discutimos como o crescimento urbano desordenado pode comprometer a viabilidade de projetos?.
O avanço foi impulsionado por uma melhora tanto na percepção do presente quanto nas expectativas para os próximos meses. Ainda que os níveis permaneçam abaixo da linha dos 100 pontos, o movimento sugere uma leve recuperação no humor do setor.
Entre os destaques:- O Índice de Situação Atual subiu 0,5 ponto (94,2), refletindo uma visão mais positiva sobre a carteira de contratos e o ambiente de negócios.
- O Índice de Expectativas avançou 0,8 ponto (96,0) – sua segunda alta consecutiva –, puxado pelo otimismo em relação à demanda futura.
- Por outro lado, o NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) recuou, sinalizando que a atividade ainda segue contida.
? Você pode ler a Sondagem da Construção de março (estudo e pesquisa da FGV), na íntegra, aqui.
Por que isso importa para você, agora?
Mesmo com a leve melhora na confiança, os dados mostram um trimestre de início travado, com escassez de mão de obra qualificada e crédito caro pressionando os negócios. Para quem está estruturando novos empreendimentos, o momento exige ainda mais precisão no planejamento.
Na Celere, temos trabalhado com incorporadoras e construtoras que decidiram não esperar por uma retomada mais robusta para agir. Elas estão:- Revisando seus orçamentos com dados atualizados e regionais, para garantir margens mesmo com custos pressionados.
- Analisando cenários de contratação e estruturação de obra com base em viabilidade realista, não em expectativas de mercado.
- Avaliando em detalhe quais projetos de fato valem a pena tirar do papel neste novo contexto.
Quer conversar sobre como adaptar seus estudos de viabilidade à realidade deste ano? Entre em contato com a gente e vamos juntos construir decisões mais sólidas para 2025.
PS: Se quiser relembrar os principais temas que discutimos desde a primeira edição desta newsletter, acesse os arquivos anteriores da ConstruFoco clicando aqui.